Olá, livreiras e livreiros! Tudo bem com vocês? Espero que sim. Então, hoje eu trouxe uma postagem bem diferente do que costumo trazer aqui para o blog, pois vim falar sobre um filme. Sim, eu sei que o blog é literário, mas no final de semana passado, eu assisti um filme tão bom, mas tão bom, que eu não podia deixar de indicar para vocês, por isso acabo de criar uma nova coluna no blog, onde indicarei filmes para vocês. Vou tentar não indicar filmes muito conhecidos, até porque, se eu for indicar filmes conhecidos, não vai adiantar de nada, não é mesmo?!
Bom, o filme que vim indicar hoje é um filme que eu assisti na escola, ou deveria ter assistido, mas não prestei muita atenção, até porque onde eu estava sentada não dava para enxergar direito a televisão, mas depois a professora deu um trabalho, e eu fui praticamente obrigada a assistir o filme, e dessa vez, do começo ao fim. Pesquisei ele na Netflix e o encontrei, então fui assistir. É um filme um pouco antigo, talvez vários de vocês já conheçam, mas como para mim foi uma enorme novidade, resolvi indicá-lo aqui. Vamos conhecer um pouco sobre ele?
Título: A vida é bela
Lançamento: 1997
Direção: Roberto Benigni
Gênero: Drama / Comédia / Guerra
Duração: 116 minutos
Sinopse: Durante a Segunda Guerra Mundial na Itália, o judeu Guido (Roberto Benigni) e seu filho Giosué são levados para um campo de concentração nazista. Afastado da mulher, ele tem que usar sua imaginação para fazer o menino acreditar que estão participando de uma grande brincadeira, com o intuito de protegê-lo do terror e da violência que os cercam.
Minha opinião: Tenho que admitir que se eu olhasse essa capa, ou apenas lesse o título, acho que eu jamais assistiria ao filme, nem procuraria saber sobre o que se tratava, até porque, ao ler o título pela primeira vez, pensei que se tratava apenas de mais um filme romântico, mas "A vida é bela" vai muito, mas muito além disso. Eu só conheci esse filme por causa da minha professora, que como eu disse, deu um trabalho e eu fui obrigada a assisti-lo prestando atenção nos detalhes.
"A vida é bela" conta a estória de um homem que, acidentalmente, se encontra com uma mulher, e acidentalmente (ou seria coisa do destino?), eles passam a se encontrar inúmeras vezes, até que um dia, quando a mulher está prestes a casar-se com um homem escolhido pela sua família, ela foge com Guido, o protagonista, eles se casam e tem um filho, Giosué.
Os três formam uma família incrivelmente linda, unida e feliz, mas tudo isso é destruído quando Guido e seu filho, uma criança ainda, são levados para o campo de concentração pelos nazistas. A mulher do protagonista vai junto, só que por escolha dela.
Mas nem tudo é destruído para o pequeno Giosué, já que ele tem a sorte de ter o pai mais engraçado do mundo. Sério, o Guido deveria ganhar o prêmio de personagem mais engraçado de todos os tempos. Guido faz com que a tragédia que é estar em um campo de concentração, transforme-se uma brincadeira para o filho. Ele diz que os três estão em um jogo, onde as mulheres tem que ficar separadas dos homens, e também onde eles devem acumular pontos para vencer. Ele diz também que se o menino quiser ver a mãe, pedir comida, e outras coisas, eles perdem pontos e podem até ser eliminados.
Apesar do final trágico, como todo filme ou livro que envolve o nazismo tem, é o filme mais engraçado que eu já assisti na minha vida. Pode parecer mentira, mas não é! Eu juro que chorei de rir, algo que nunca tinha acontecido antes comigo. Este filme se tornou o meu favorito.
E aí, já conheciam este filme? Se ainda não, por favor, corram para assistir agora e depois venham me contar o que acharam. Deixem nos comentários também se vocês gostaram desta nova coluna, se querem que eu continue postando dicas de filmes. É isso então, beijos e até a próxima postagem!