13/07/2018

[Resenha] Enterre seus mortos | Ana Paula Maia

Enterre seus mortos

Autor(a): Ana Paula Maia
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 134
Resenha por: Viviane
Avaliação: 4/5
Compre: Americanas / Editora

*Livro cedido pela editora para resenha


Sinopse: A profissão de removedor de animais mortos não é para qualquer um. Apenas alguém como Edgar Wilson, o herói deste desolador romance kafkiano, poderia se prestar à tarefa de recolher das estradas as carcaças que obstruem o caminho dos veículos.

Acompanhado do colega Tomás, um padre excomungado, Edgar tem seu cotidiano abalado quando encontra o corpo de uma mulher enforcada.

Na tentativa de devolver o mundo o curso da normalidade - palavra fugidia no universo construído magistralmente por Ana Paula Maia -, os dois conhecerão o destino de seus semelhantes numa realidade em que o animal muitas vezes tem melhor sorte do que o homem.

Resenha: No livro "Enterre seus mortos", aparentemente, vamos conhecer a rotina diária de trabalho de Edgar Wilson e Tomás, funcionários de um órgão responsável por remover cadáveres de animais mortos do meio ou da beirada das rodovias de algum lugar que eu não sei precisar onde é, mas sei que é próximo de uma pedreira que, por causa de suas extrações, realiza explosões três vezes ao dia em horários já determinados.

O emprego dos personagens funciona mais ou menos assim: alguém liga avisando de um animal morto e quem estiver mais próximo faz a remoção, os cadáveres são levados para um depósito, triturados e incinerados, servindo posteriormente de adubo.

Edgar é um homem solitário que faz todas as refeições no local de trabalho e Tomás é um ex padre excomungado, mas que ainda é respeitado na região em que vive; sempre que possível ele realiza a extrema unção de humanos ou mesmo animais agonizantes após os acidentes.

"Por estas bandas, um ex-padre tem o mesmo valor de um padre que não carrega em si o fardo de ser um excomungado."

Para realizar seu trabalho, Edgar, além de esperar os chamados, orienta-se também pelos abutres, pássaros que se alimentam de cadáveres já em decomposição, então sempre que está parado, à espera de um chamado, Edgar observa a revoada destes animais. Certo dia, parado na beira da rodovia, ele vê um movimento característico destes pássaros dentro de um matagal e vai até lá na intenção de remover o animal morto, mas, para sua surpresa, trata-se do corpo de uma mulher, enforcada, pendurada no alto de uma árvore.

Após ligar para as autoridades responsáveis, o homem fica sabendo que somente no dia seguinte é que terão veículos para irem até o local, porém como os abutres já estão comendo a jovem mulher, ele decide levá-la e armazená-la adequadamente no depósito de animais. Edgar a coloca em um freezer para aguardar a remoção. Quando os responsáveis vão até o depósito, pedem que fique com ela mais um tempo, pois ninguém deu queixa de uma mulher desaparecida e eles não têm como levá-la para o IML.

Não demora muito e outro corpo é encontrado, desta vez um homem, que tem o mesmo destino da mulher: o freezer.

"- A verdade é que este é um péssimo momento para morrer - conclui."

Em uma outra ocasião, Tomás é chamado para uma remoção, mas chegando lá, na verdade, tem uma criança muito doente que precisa ir para um hospital, porém não tem ambulância para buscá-la. Para não fazer o homem perder a viagem e auxiliar a família, o pai da criança mata um de seus cachorros para que possam levar o cadáver e a família para a cidade.

Quando Edgar e Tomás decidem dar o destino adequado aos cadáveres humanos, descobrem muitas coisas irregulares e ilegais, que os fazem repensar muitas coisas das suas vidas e o que acontece ao seu redor.

Nessa leitura eu senti uma crítica social muito grande (por isso eu disse "aparentemente" no início da resenha). Primeiro, o ser humano vale menos do que os cadáveres podres de animais na beira das rodovias, pois tinham verbas para remoção dos bichos, mas não tinha uma ambulância ou rabecão à disposição da população. Segundo, de uma maneira visceral, a autora descreveu o que acontecia com os corpos não reclamados e a forma como muitos enriqueciam às custas dessas mortes.

O livro é bem pequeno e como a estória não tem um final definido, eu acredito que seja mesmo somente a intenção de nos mostrar, de forma metafórica, o quanto o ser humano é pouco valorizado na sociedade, de uma forma geral. Eu gostei muito da escrita da autora que, até então, era desconhecida para mim.

11/07/2018

[Lançamentos] Editora Astral Cultural (julho - 2018)

Olá, livreiras e livreiros! Hoje viemos trazer para vocês os lançamentos incríveis da editora Astral Cultural do mês de julho. Bora conferir?!


Vidas à deriva: Tami e Richard, que se conheceram e se apaixonaramem uma marina no paradisíaco Taiti, viveram umaintensa história de amor até o destino interferirnesse verdadeiro sonho e lhes pregar uma peça. Oque era para ser uma viagem tranquila e romântica,se transforma em desespero após a passagem doinesperado furacão Raymond.Vidas à deriva é uma história real sobre a força deuma mulher que, além de enfrentar a morte de perto,passou quarenta e um dias em alto mar suportando afúria da natureza. Tami, ao compartilhar sua história,nos faz lembrar que, mesmo nos momentos maissombrios, não estamos sozinhos.

Por todas nós: Uma das coisas mais complexas da vida é a luta para aceitar-se. Todos os dias, travamos uma batalha contra nós mesmas, nossos desejos, nossa sexualidade e nosso corpo. Nunca é o suficiente, sempre falta algo. Por Todas NÓS surge como um ombro amigo e solidário, mostrando que não estamos sozinhas em nossos sofrimentos diários e precisamos questionar tudo aquilo que a sociedade impõe - sem julgamentos nem padrões preconcebidos. Ellora Haonne se despe de qualquer paradigma que você já leu antes e compartilha seus medos e suas experiências, dando conselhos que nunca deram a ela e pronta para lutar por aquilo que acredita.

A namorada ideal: Uma garota. Um garoto. A mãe dele. E a mentira que ela desejará nunca ter contado. O quão longe você iria para proteger seu filho? Laura tem uma vida perfeita: carreira de sucesso e um casamento feliz e duradouro com um marido rico. Além disso, Daniel, seu filho de vinte e três anos, é um jovem gentil e muito bonito. Um dia, Daniel conhece Cherry, uma garota inteligente que, infelizmente, não teve a vida que gostaria ter tido. Ela quer a vida de Laura. Quando uma tragédia acontece, uma decisão é tomada em um ato de desespero e uma mentira terrível é contada, tão terrível que mudará a vida de todos para sempre.

Beijos e até a próxima postagem!

POSTAGEM POR: LARISSA E VIVIANE

09/07/2018

[Resenha] Encontro com o passado (escola do terror #2) | Diana Pinto

Encontro com o passado

Autor(a): Diana Pinto
Editora: Chiado
Páginas: 160
Resenha por: Viviane
Avaliação: 4/5
Compre: Editora

*Livro cedido pela autora para resenha


Sinopse: 21 anos passaram após aquele 9º ano infernal. Hoje, Patrícia é professora e tem a infelicidade de regressar a esse estabelecimento escolar onde completou o ensino básico. A escola continua a ter fama de problemática, os assassinatos não terminaram e as memórias não param de atormentar Patrícia.

Ao voltar, ela reencontra a antiga colega, Diana, que hoje trabalha como detetive e que está a tentar resolver os homicídios.

À medida que os cadáveres vão surgindo, as duas descobrem que tudo leva aos seus antigos tempos no último ano de ensino básico. E, antes que ocorra mais uma morte, as antigas colegas percebem que têm que arriscar a própria vida para descobrir o mistério.

Resenha: "Encontro com o passado" passa-se 21 anos depois do livro "A escola do terror", que eu li no início de 2016 - lembro de ter pedido ele por achar que fosse de terror, e até era, devido aos assassinatos, porém a forma como foi narrado chegou muitas vezes a tornar a leitura hilária. A estória tratava de um grupo de amigos que disputavam a popularidade de acordo com quem assassinava mais, então eles acabavam assumindo, entre eles, mortes que nem tinham sido de sua autoria, mas como não pegavam o assassino, um deles contava pontos na popularidade.

Então, como eu disse anteriormente, 21 anos passaram-se e aquela turminha do 9º ano cresceu, casou, formou-se, teve filhos, enfim... o que se espera de adultos.

Diana é investigadora policial e foi convidada a infiltrar-se como estudante em sua antiga escola para investigar uma série de assassinatos que vêm acontecendo. Patricia agora é professora e foi chamada para dar aulas; ela casou-se com Gonçalo, seu colega naquela época. Os amigos da outra época acabam reencontrando-se e voltando a serem amigos. Diana leva mais três colegas investigadores que ajudarão nas investigações. Todo mundo é suspeito, até que se prove o contrário.

Logo no início vamos "conhecer" o 666, o assassino, mas este está sempre de máscara e mesmo quem trabalha para ele não conhece sua identidade. O modo como o assassino age assemelha-se a um filme, "Encontro com o 666", que deve ser famoso em Portugal, já que a autora é natural de lá.

"- O 666 não é um assassino, é um psicopata. Já viste o filme Encontro com o 666?"

Na estória temos duas meninas estudantes, chamadas Ana, que trabalham como acompanhantes de luxo e mantêm contato com o 666, sempre de máscara. A irmã de Diana, também estudante, é Ana, e uma colega investigadora também chama-se Ana, o que gerou um pouco de confusão até eu entender quem era quem, já que a única diferença eram o sobrenomes.

Pedro, filho de uma amiga de Diana, mantinha contato direto com 666, mas a princípio estava livre de suspeitas, pois a investigadora conhecia sua família. Andreia, que fingia ser namorada de Pedro, também encontrava frequentemente o assassino, ajudando-o em missões, como vigiar certas pessoas. Os dois (Pedro e Andreia) mantinham uma relação de amor e ódio.

Conforme o tempo foi passando e os assassinatos continuavam acontecendo (nunca foi descrito como as vítimas morriam), Diana passou a desconfiar que o assassino pudesse ter parentesco com algumas das vítimas de 21 anos atrás, e assim muitos suspeitos foram surgindo.

"A sua família tinha raiva daquela escola, onde ocorreram a morte das duas irmãs."

É claro que até o final eu não desvendei o mistério... A estória é curtinha, de leitura leve e rápida, sem muitos momentos de apreensão e expectativa. O grande mistério é o assassino que parece ser alguém que todo mundo conhece. A escrita é em português de Portugal, mas em nenhum momento ficou difícil de entender, apenas tem termos e expressões um pouco diferentes dos nossos. Dá para ler sem ter lido o primeiro livro.

06/07/2018

[Resenha] O idiota | André Diniz

O idiota

Autor(a): André Diniz
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 416
Resenha por: Viviane
Avaliação: 5/5
Compre: Americanas / Editora

*Livro cedido pela editora para resenha


Sinopse: Em preto e branco e num registro quase sem palavras, André Diniz propõe uma recriação surpreendente de O idiota, uma das obras máximas de Fiódor Dostoiévski. Escrito entre 1867 e 1869 em meio a crises de epilepsia e sob a pressão de severas dívidas de jogo, o romance é um dos mais célebres da literatura mundial. Sua oralidade intensa encontra na fluidez, na ternura e na enorme capacidade expressiva do traço de Diniz, uma correspondência única. O resultado é uma jornada eletrizante e original aos abismos interiores e horrores metafísicos do mestre russo.

Resenha: Fiódor Dostoiévski é um famoso filósofo e escritor russo que viveu nos anos 1800. Escreveu sempre sobre temas profundos que exploravam o psicológico de seus personagens.

"O idiota" foi lançado originalmente entre os anos 1867 e 1868. Eu não conhecia a obra original e fiz muitas pesquisas antes de começar a "ler" esta versão em quadrinhos.

Nosso protagonista chama-se Liév Míchkin, sofre de epilepsia e passou vários anos em um sanatório, onde cresceu dentro. Após sair, já com vinte e sete anos, ele vai ao encontro de um parente que seria a única pessoa viva de sua família. Através deste parente, o rapaz fica sabendo que ainda existe uma única descendente da linhagem dos Míchkin e, após a morte deste tutor, o príncipe vai atrás deste contato.

A parente chama-se Lisavieta Epántchin, casada com Ivan Epántchin e mãe de Aglaia Epántchin. Ivan mantém uma jovem sob sua tutela, Nastácia Filíppovna, que perdeu os pais ainda criança, mas assim que a menina cresce é forçada a tornar-se amante do homem. Nastácia torna-se uma linda mulher e sabe tirar proveito disso.

"Vivo em um pesadelo. Ela me humilha sadicamente."

Vamos conhecer também Parfion Rogójin, uma figura sombria - e milionário devido a herança de seu pai -, que quer a todo custo casar-se com Nastácia.

Em razão das imagens dos quadrinhos - e é praticamente só gravuras, os diálogos são pouquíssimos -, eu entendi que Parfion quer Nastácia a qualquer preço, mas têm mais homens que a querem, e ela usa de sua beleza para seduzir a todos.

Liév, por sua sua criação reclusa, não conhece as maldades do mundo e fica com pena de Nastácia, oferecendo-se para desposá-la, mas ela diz que ele merece coisa melhor, o que me fez crer que ela nutre algum sentimento por ele.

"É você quem ela ama. / Mas ela tem medo de desgraçar a sua vida."

Porém, Aglaia está interessada em Liév e eles chegam a se relacionar, mas sempre que Anastácia precisa, Liév sai correndo e isso já está passando dos limites, na opinião de Aglaia, que dá a Liév um ultimato: "Ou ela, ou eu!".

O livro, como eu já disse, é composto quase que somente de gravuras, os diálogos são poucos, só para não ficarmos totalmente perdidos na "leitura". Se eu não tivesse pesquisado antes, provavelmente não iria entender muita coisa, mas fiquei bem impressionada com a profundidade dos desenhos e com o quanto foi possível perceber os sentimentos dos personagens. Em defesa do protagonista, não achei ele idiota, achei puro e inocente, alguém que nunca conheceu as maldades do ser humano e suas artimanhas. As ilustrações são em preto e branco com traços fortes e marcantes e o artista é brasileiro, nascido no Rio de Janeiro.

04/07/2018

[Tag] Copa do mundo literária

Olá, livreiras e livreiros! Em clima de Copa do mundo, viemos responder uma tag literária muito bacana, que conhecemos através do blog "Cabine de leitura". Bora conferir?!

1. 7x1: um livro que te deixou no chão; quando você achava que estava acabado, tinha outra bordoada diferente.
Larissa: "O livro do amanhã" (Cecelia Ahern) - Já faz algum tempo que li esse livro, porém lembro de ter sido uma leitura cheia de surpresas.
Viviane: "A mulher entre nós" (Greer Hendricks e Sarah Pekkanen) - Esse é aquele tipo de leitura em que nada é o que parece; a cada capítulo tinha uma revelação que eu não fazia ideia e a bordoada maior ficou para o final.

2. É tetra: um livro que deveria ganhar todos os títulos.
Larissa: "Escola dos mortos" (Karine Vidal) - Vocês acharam mesmo que eu não ia citar esse livro hoje? Hahahahaha. É o melhor, sem dúvidas!
Viviane: "Extraordinário" (R. J. Palacio) - É o livro mais incrível e extraordinário de todos os tempos, capaz de transformar vidas. Deveria ser leitura obrigatória.

3. Vai ter copa sim. E se reclamar vai ter duas: aquele livro que não merecia ter continuação.
Larissa: Não consigo pensar em nenhum livro que não merecia ter continuação, pois mesmo quando eu não curto muito a leitura, gosto que tenha uma continuação para que eu possa saber o desfecho da história.
Viviane: "O milagre" (Nicholas Sparks) - Não é que não merecesse ter continuação, mas quem lê o autor sabe que os finais felizes são poucos, e este teve um final feliz, diferente do desfecho de "À primeira vista", sua continuação.

4. Apenas pare, David Luiz: um livro pra chorar litros.
Larissa: "Nunca olhe para dentro" (Amanda Ághata Costa) - Esse livro é incrível, e bastante triste também.
Viviane: "Dançando sobre cacos de vidro" (Ka Hancock) - A estória é muito triste; o leitor tem que ser muito insensível para não chorar.

5. Cala a boca, Galvão: um personagem que ninguém suporta.
Larissa: Jules, "Namorado de aluguel" (Kasie West) - Essa personagem me deixou com raiva durante o livro inteiro, pois ela lutava para acabar com a vida da nossa protagonista.
Viviane: Judah, "Planeta Brutal" (Raphael Miguel) - Tudo bem que o cenário é pós-apocalíptico e todo mundo luta pela sobrevivência, mas o Judah e suas "surpresinhas" deixaram-me com raiva dele muitas vezes.

6. Zidane: aquele bad boy irresistível.
Larissa: Maycon, "Meu vício" (Kell Teixeira) - Maycon é o típico bad boy, daqueles que têm tudo o que quer, inclusive quando se trata de garotas.
Viviane: Evan, "A 5ª onda" (Rick Yancey) - Evan Walker com certeza é um cara mau que conquista corações de mocinhas lutando pela sobrevivência.

7. A Itália não vai para a Copa: o autor era bom, mas o livro só decepcionou.
Larissa: "Quem é você, Alasca?" (John Green) - Como já havia lido outros livros do autor, que gostei bastante, fui ler esse cheia de expectativas, porém não foi "tudo isso".
Viviane: "O apanhador de sonhos" (Stephen King) - Não que tenha sido uma leitura ruim, mas era muito longa, com muitas informações. Eu levei mais de mês para ler, em um livro de edição econômica, então foi uma leitura bem cansativa, diferente de outros livros que já li do autor.

8. Cartão vermelho: um livro que você abandonou sem dó.
Larissa: Nunca abandonei um livro; por mais que a leitura não esteja sendo boa, vou até o fim para ver no que vai dar.
Viviane: "50 tons de cinza" (E. L. James) - Embora muitos achem o romance do casal lindo, eu achei abusivo e senti-me incomodada com a leitura. Foi o único livro que abandonei sem intenções de um dia voltar a ler.

9. Cartão amarelo: um livro que você decidiu dar uma segunda chance para a leitura e gostou.
Larissa: Como eu disse, nunca abandonei uma leitura, então não tem nenhum livro que eu tenha resolvido dar uma segunda chance.
Viviane: "Precisamos falar sobre o Kevin" (Lionel Shriver) - O começo do livro é bem arrastado, então surgiu a vontade de desistir, mas pela fama da estória eu decidi persistir e foi a opção mais correta, pois do meio em diante melhora e o final é impactante.

10. Vai que é tua, Taffarel: aquele livro hot que te agarrou completamente.
Larissa: Não costumo ler livros do gênero, então vou passar essa...
Viviane: Série "Mercy Bay" (Layla Casanova) - Apesar de eu não gostar muito de livros hot, esta série tem como pano de fundo um hospital, e eu, apaixonada por Grey's Anatomy como sou, apreciei muito a leitura, principalmente do segundo livro.

11. Canarinho Pistola, melhor meme da Copa 2018: o lançamento mais incrível do ano.
Larissa: "Príncipe dos mortos" (Karine Vidal) - Como sou uma grande fã do livro "Escola dos mortos", estava esperando demais este lançamento, que já tive a oportunidade de ler e amei.
Viviane: "Juntos para sempre" (W. Bruce Cameron) - Eu não costumo comprar livros em pré-venda, mas para este abri uma exceção, pois estava muito ansiosa para tê-lo, e ainda vinha com um pingente lindo de ossinho. Esse livro é a continuação de "Quatro vidas de um cachorro", um dos livros que mais amei na vida.

POSTAGEM POR: LARISSA E VIVIANE